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Celmo Amorim
Rio de Janeiro - RJ
há 12 dias
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Avelino de Brito Filho
São Paulo - BR-SP
há 5 meses
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Marcus Vinicius Ferreira de Oliveira
Belford Roxo - RJ
há 7 meses
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Luis Otocar
Passo Fundo - BR-RS
há 10 meses
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Fulcrum033
Florianopolis - BR-SC
há 10 meses
5 curtidas
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Douglas Coelho dos Santos
há 9 meses
cara, muito boa sua analise, e creio estar correta. eu já havia percebido algo de errado q fazia uma vibração mas não imaginava o q podia ser, só faz durante manobras em baixa velocidade. Cheguei a pensar q o pneu pegava em algum lugar, porem com rodas e pneus nas medidas originais seria impossivel acontecer. Então vi seu post e me levantou essa suspeita, visto q o antigo dono havia feito a troca do oleo do diferencial antes de me vender. Quero tirar o cardan e andar com o carro pra ver se a suspeita se confirma. agora a questão que fica é... qual oleo usar, visto q o certo não tem a venda no brasil?
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Fulcrum033
há 9 meses
ALERTA, donos de CR-V 4x4! O manual do Brasil recomenda o óleo Honda CVT-F para o diferencial, mas o padrão mundial (EUA, Japão, Argentina, etc.) exige o Dual Pump Fluid II (DPSF-II). A análise técnica é clara: são fluidos opostos. O CVTF, de alta fricção, é para câmbios CVT e causa vibração (judder) e quebra no nosso diferencial, que precisa de um fluido de deslizamento controlado (DPSF-II). A Honda Brasil precisa explicar por que temos uma recomendação técnica inferior e prejudicial ao padrão global. Peço o apoio da comunidade para buscarmos uma resposta e garantir a manutenção correta dos nossos carros. Compartilhem suas experiências com vibração no diferencial.
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F
F
Fulcrum033
há 9 meses
Estou coletando dados para ver se mais usuários estão com esse problema
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Lelio Alves Vieira
há 1 mês
Boa tarde a todos!
Muito bom o questionamento! Comprei a minha 2016 e estava trepidando muito. Fiz duas trocas para limpar o sistema (óleo 05 CVTF) e parou a trepidação. Após 8000 km voltou uma leve trepidação, troquei novamente e parou. Após uns 1000km, de vez em quando, sinto leves vibrações no primeiro esterçar do dia, depois pára completamente. Faz sentido após ler sobre a especificação do CVTF.
Por curiosidade e adepto da IA, fiz este questionamento a inteligência artificial e coloquei as informações que nosso amigo colheu. O resultado:
Resposta da Inteligência Artificial
Essa é uma discussão recorrente e extremamente pertinente entre os proprietários de CR-V no Brasil, especialmente para quem possui modelos da 3ª e 4ª geração (2007-2016). Você tocou no ponto central de uma polêmica que envolve engenharia, logística e decisões comerciais da Honda Automóveis do Brasil.
Para entender por que essa divergência existe e por que o uso do **CVTF** no diferencial é tecnicamente questionável, precisamos olhar para os fatos.
### 1. A Diferença de Engenharia
Como você bem pontuou, a função desses óleos é diametralmente oposta:
* **CVTF (Continuously Variable Transmission Fluid):** Projetado para gerar **atrito**. Em um câmbio CVT, a correia metálica não pode deslizar sobre as polias. Se o óleo for muito "liso", a transmissão patina e se destrói.
* **DPSF-II (Dual Pump System Fluid):** Projetado para **deslizamento controlado**. O diferencial Real Time AWD da CR-V usa um conjunto de discos de embreagem. Para que a tração traseira entre suavemente, esses discos precisam deslizar levemente antes de acoplar totalmente.
### 2. O Problema da "Trepidação" (Judder)
O sintoma mais comum no Brasil é a trepidação ao fazer curvas fechadas em baixa velocidade (como manobrar em uma garagem).
O que acontece é exatamente o que a tabela do fórum descreve: como o CVTF tem alto atrito estático, as embreagens do diferencial "agarram" de uma vez em vez de deslizarem. Isso gera um esforço mecânico que faz o carro vibrar. No resto do mundo, a solução da Honda para esse barulho é justamente a troca do fluido pelo **DPSF-II**.
### 3. Por que a Honda Brasil recomenda o CVTF?
Não existe uma resposta oficial pública, mas existem três hipóteses técnicas e logísticas prováveis:
* **Simplificação de Estoque:** A Honda Brasil utiliza o CVTF em larga escala (Civic, Fit, HR-V, City). Recomendar o mesmo fluido para o diferencial da CR-V (um carro de nicho comparado aos outros) simplifica a logística da rede de concessionárias.
* **Clima Tropical:** Alguns manuais antigos sugeriam que, em climas muito quentes, a viscosidade do CVTF poderia "compensar" certas folgas, mas essa tese perde força quando vemos que a Honda recomenda o DPSF-II em países tão quentes quanto o Brasil (como nações do Sudeste Asiático e Oriente Médio).
* **Atualização de Fluido:** No início dos anos 2000, o fluido original era o *Dual Pump Fluid I*. Quando o CVTF surgiu, ele foi considerado "compatível" por um curto período em alguns mercados, mas a Honda Global rapidamente lançou o **DPSF-II** para corrigir problemas de ruído, enquanto o manual brasileiro permaneceu estagnado.
### 4. O Cenário Atual
Muitos especialistas em Honda no Brasil e entusiastas já abandonaram a recomendação do manual nacional.
* **Disponibilidade:** Hoje já é possível encontrar o **Honda DPSF-II** original (importado) em lojas especializadas ou importadoras independentes.
* **A "Cura" do Barulho:** É praxe em oficinas especializadas: se a CR-V está trepidando a traseira, substitui-se o fluido pelo DPSF-II. Na maioria das vezes, o ruído desaparece em poucos quilômetros de uso.
### Resumo Técnico
Se você preza pela longevidade do sistema de tração e quer evitar o desgaste prematuro dos discos de embreagem do diferencial, o consenso técnico (fora dos manuais da Honda Brasil) é que o **DPSF-II** é, de fato, o fluido correto, conforme especificado pela engenharia japonesa e americana.
Usar o CVTF não vai "quebrar" o diferencial instantaneamente, mas causa um funcionamento áspero que, a longo prazo, vitrifica os discos e reduz a eficiência do sistema 4x4.
Não encontrei ainda o óleo Honda DPSF-II, mas se eu achar vou trocar por ele.
Abraço a todos!
R
Regis Eduardo Pothin
Fazenda Vilanova - RS
Fabio Magalhaes
há 9 meses
Piloto automatico da CRV só é ativado após os 41km p/h e com a alavanca na posição "D". Se não ativar nessas condições, tem problema no dispositivo.
W
Wagner Honório
São Paulo - BR-SP
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Isaías Leandro Motta
Macae - BR-RJ
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Nelson Sampaio de Alencar
Rio de Janeiro - BR-RJ
S
Cara, ví em alguns vídeos do canal "Felipe Mecanica Pratica" o Felipe dizendo que algumas peças em veículos Honda, não é recomendável usar peças paralelas, mesmo que de marcas boas, como: Salpel, Mobensani, Kaiaba, Cofap, etc.
E algumas das peças que ele citou, foi justamente este coxim hidráulico e o rolamento de torre dos amortecedores, etc.
Por mais que vai ficar melhor que a peça quebrada, não vai ficar igual à peça genuína da Honda.
Ser fosse você, compraria o coxim hidráulico original honda. Não é uma peça que estraga com frequência.
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F
Fernando Rosa
Porto Alegre - RS
1 curtida
R
Renato Nicastro
São José dos Campos - SP
H
Hudson Wagner Pereira Theodoro
Uberlândia - MG
R
Tive uma CRV 2014, tinha esse barulho, infelizmente tem que desmontar o encosto inteiro para tentar resolver. E quem faz o serviço não garantia corrigir o problema.
L
Leandro Costa
Contagem - MG
E
Veja o óleo do diferencial. Tive o mesmo problema na 2011 4WD e a troca do óleo do diferencial resolveu.
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Euripedes, tenho o mesmo problema do Leandro e gostaria de saber se no seu caso aconteceu de em velocidade média/alta você sentia o carro sair de traseira, por talvez alguma questão no diferencial? Muito obrigado!
S
Verifique se os pneus estão escamados. O barulho é idêntico ao de rolamentos com problemas. Tem um ótimo vídeo no Globo Play ensinando a identificar este problema.
O título do vídeo é: "Pneu escamado? Entenda os perigos e saiba o que fazer - 05/08/2018"
1 curtida
E
Euripedes Brito
Salvador - BA
R
Rafael dos Santos Cordeiro
Rio de Janeiro - RJ
A
Verifique o óleo do cambio , faça troca parcial , 3 litros evite a total , siga manual carro Abs
1 curtida
Reinaldo Barbosa
Belo horizonte- MG
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