Opinião dos donos de Chevrolet Opala 1979

9,0 2 avaliações

D
Daniel Correia
LocalizaçãoJoinville - SC

Chevrolet Opala De Luxo 2.5 151 1979

Nota geral:8,1 StarStarStarStarStar
Acabamento 9,0
Posição de dirigir 10,0
Instrumentos 7,0
Interior 8,0
Porta malas 10,0
Desempenho 10,0
Motor 10,0
Câmbio 6,0
Freios 6,0
Suspensão 8,0
Consumo 8,0
Estabilidade 5,0
Custo benefício 6,0
É bom: O opala é um carro maravilhoso em todos quesitos, e se estiver bem regulado e cuidado, é carro pra vida toda!
É ruim: Forte tendencia à corrosão/ferrugem nos mais antigos, e consumo alto se nao estiver regulado e com o carburador intacto.
Problemas: Tive defeitos com a carburação, já resolvido e estou com o cambio com problemas, no sincronizado, mas nada que uma manutenção não resolva.
Opinião do dono: Eu aconselho a todos amantes de carros antigos a terem um opala, andar nele sempre é muito prazeroso, voce nao anda, desfila!
1979
J
Joseph Batista
LocalizaçãoRio de Janeiro - RJ

Chevrolet Opala Comodoro Coupe 4 cilindros 1979

Nota geral:9,9 StarStarStarStarStar
Acabamento 10,0
Posição de dirigir 10,0
Instrumentos 10,0
Interior 10,0
Porta malas 10,0
Desempenho 10,0
Motor 10,0
Câmbio 10,0
Freios 10,0
Suspensão 10,0
Consumo 9,0
Estabilidade 10,0
Custo benefício 10,0
É bom: Conforto inigualável, espaço interno que nenhum outro carro tem, motor muito potente, estrutura que aguenta muito mesmo maltratada (apesar de que quem abusa e não cuida do carro não pode reclamar de longarina né??!! quer ter motorzão com mentalidade de 1.0) fora outros inumeros que eu ficaria aki escrevendo pelo resto da vida.
É ruim: Tem um consumo um pouco elevado, mas que é justificado pelo tamanho e pela potencia do motor e que é esquecido quando se senta ao volante ou quando se admira o seu design
Problemas: Ferrugem devido ao tempo em que ficou parado antes de minha mãe dá-lo a mim para que eu começasse a restauração
Opinião do dono: É um carro para quem gosta de carro mesmo porque um carro tão bom merece um dono a altura, apesar de que é um carro muito resistente como nenhum que eu conheço.
1979